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Tradição, leveza e delicadeza
FOTOS: RAFAEL MOTTA/ARQUIVO HOJE EM DIA Bastante conhecido como à geração dos chamados "desenhistas mineiros", que se revelou no panorama da arte brasileira a partir da década de 70, Nemer é artista plástico e e doutor em artes visuais pela Universidade de Paris. Quadrum A individual do aquarelista ora na Quadrum tem fólego, através das monumentais e de porte médio ele demonstra antes de tudo, perfeito domínio técnico, corroborado com excepcionais transparências Além disso, ele as cria com maestria sobre o papel especialmene colado sobre pranchas acrílicas, permitindo com que o papel PHNeutro resistir várias temperaturas e evita o fungo.É uma técnica mista aeronautica-espacial desenvolvida por técnico paulista, o mesmo responsável pela cola e colagem das fotografias de um Vik Muniz. Suas delicadas aquarelas ora abstratas ora figurativas geométricas, ora escondem e ora valorizam a luz.No entanto, não ficam restritas a montagem elaborada em São Paulo e criadas no seu atelilê de Belo Horizonte, as molduras especialmente criadas pelo dublê de cover de Roberrto Carlos e moldureiro de mão cheia da Carlinhos Molduras e Galeria Conrtemplo, sem fazer trocadilho contemplam um conjunto surprrendente que resulta numa grande virada de toda trajetória do artista.Enfim, mal encerrou sua individual no espaço Anna Maria Niemeyer no Rio, o artista emenda outra realização, agora com tantas novidades de caráter visual, técnico e didático. A mais recente individual de José Alberto Nemer fica em cartaz até o dia 18 de dezembro, na Quadrum Galeria de Arte, à Avenida Prudente de Morais, 78 - Cidade Jardim, onde pode ser visitada de segunda a sexta feira das 12 às 19 horas, sendo que aos sábados deve agendar por telefax (31) 329648666 ou E-mail: quadrumgaleria.com.br
Mostra de Iberê Camargo na Vallourec Mannesmann: um desperdício Sim, sem dúvida de um desperdício de parte de conceituado e notável acervo, bem como falta de crítério por realiza-la no Espaço Cultural Valloured & Mannesmann do Brasil, no Barreiro.Por outro lado, considerando que além do colecionador Segismundo Gontijo, os colecionadores mineiros Mauro Tunes, Delcyr Antonio da Costa e Murilo de Castro dispõem de representativas propostas do artista gaúcho 1914-1994 - conhecido com um dos notáveis da arte moderna brasileira do século XX.Considerando que a entidade logo no início do próximo ano vai dispor de duas galerias, uma oonumental e outara de porte médio incluso dois teatros onde por muitas décadas funcionou no maior cinema-teatro de Belo Horizonte da Praça 7, o melhor crítério seria aguardar a inauguração de tal espaço. Como se sabe, lá nos confins do Barreiro, fora os funcionários e uns poucos especialistas do ramo das artes visuais, a não ser quando do vernissages a grande maioria dos eventos de lá ficam às moscas.Francamente, um certo critério e uma boa noção de curadoria evitariam tais estragos e desperdícios de acervo, de gastos e de energia.Fica aí nossa crítica construtiva.À propósito, a não ser quando das exposiçõs de Yara Tupinambá e da Juçara Costa, que pelos seus respectivos méritos carregam bons público, a tónica lá tem diso sempre assim.Enfim, por que não repetir uma mais abrangente no futuro local que, alem das coleções do Segismundo e demais mineiros, poderia incluirem "key works" (leia-se peças chaves do acervo da Fuindação Iberê Camargo que reúne o rico acervo da viuva do desenhista e pintor Maria Cousirat Camargo). A exposição "Iberê Camargo - Uma Coleção ( por que não Um núcleo de certa coleção...), vai ser a atração no Espaço Cultural Valourec Mannesmann, no Barreiro - Cidade Industrial até o dia 4 de dezembro.Aproveitem o período tão curto num local tão longe... . |
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